20070909

Vem
Marillena Salete Ribeiro
Guarulhos-SP
2000
Errante d'uma vida sem trégua
Vivendo grande oscilação
Com doçura, meiguice e ternura
Num tímido e sofrido coração
A busca da paz é constante
Triste, infeliz e acabrunhado
D'alegria, só quer um punhado
E...quem o conhece como eu
Não tem jeito não...se encanta
Não me permite ficar retroativa
Nem mesmo ficar reflexiva...
Te tenho agora como albergue
Não quero idolatrar o abstrato
Quero ser tocada e poder tocar
Ainda virtual, somente no retrato
Desse mundo irreal, sairemos?
Vem!
Coloque na bagagem de sua vida
Tudo o que aprendeu sobre o amor
Vem me ver, nem que seja, só uma vez
Este texto encontra-se protegidos pela Lei Brasileira nº. 9.610, de 1998, por leis e tratados internacionais.

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